quarta-feira, 10 de agosto de 2016

São Domingos de Gusmão - 08 de Agosto





São Domingos de Gusmão, homem de oração

São Domingos não fez outra coisa senão iluminar todo o seu tempo e a Igreja com a Luz do Evangelho
Neste dia lembramos aquele que, ao lado de São Francisco de Assis, marcou o século XIII com sua santidade vivida na mendicância e no total abandono em Deus e desapego material.
São Domingos nasceu em Caleruega, na Castela Velha em 1170, Espanha, e pertencia à alta linhagem dos Gusmão. O pai, Félix de Gusmão, queria entusiamá-lo pelas armas; o menino preferia porém andar com a mãe, Joana de Aza, grande esmoler, e com clérigos e monges. Interessante é que antes de Domingos nascer sua mãe sonhou com um cão, que trazia na boca uma tocha acesa de que irradiava grande luz sobre o mundo. Mais do que sonho foi uma profecia, pois Domingos de Gusmão, de estatura mediana, corpo esguio, rosto bonito e levemente corado, cabelos e barba levemente vermelhos, belos olhos luminosos, não fez outra coisa senão iluminar todo o seu tempo e a Igreja com a Luz do Evangelho, isso depois de se desapegar a tal ponto de si e das coisas, que chegou a vender todos os seus ricos livros, a fim de comprar comida aos famintos.
Homem de oração, penitência e amor à Palavra de Deus, São Domingos acolheu o chamado ao sacerdócio e ao ser ordenado (no ano de 1203 em Osma, onde foi nomeado cônego). No ano de 1204, Domingos seguiu para Roma a fim de obter do Papa licença para evangelizar os bárbaros na Germânia.
No entanto, o Papa Inocêncio III orientou-o para a conversão dos Albigenses que infestavam todo o Sul da França com suas heresias. Desta forma, Domingos fez do sul da França, o seu principal campo de ação. Quando os hereges depararam com a verdadeira pobreza evangélica de São Domingos de Gusmão, muitos aderiram à Verdade, pois nesta altura já nascia, no ano de 1215 em Tolosa, a primeira casa dos Irmãos Pregadores, também conhecidos como Dominicanos (cães do Senhor) que na mendicância, amor e propagação do Rosário da Virgem Maria, rígida formação teológica e apologética, levavam em comunidade a Véritas, ou seja, a verdade libertadora.
São Domingos de Gusmão entrou no Céu com 51 anos e foi canonizado pelo Papa Gregório IX, em 1234.
São Domingos de Gusmão, rogai por nós!

São Domingos de Gusmão

São Domingos de Gusmão
1170-1221
Fundou a Ordem dos frades
Predicadores ou Dominicanos
"Irmãos Pregadores" 

Domingos nasceu em 24 de junho de 1170, na pequena vila de Caleruega, na Velha Castela, atual Espanha. Pertencia a uma ilustre e nobre família, muito católica e rica: seus pais eram Félix de Gusmão e Joana d'Aza e seus irmãos, Antonio e Manes. O primeiro tornou-se sacerdote e morreu com odor de santidade. O segundo, junto com a mãe, foi beatificado pela Igreja.
Nesse berço exemplar, o pequeno Domingos trilhou o mesmo caminho de servir a Deus. Até mesmo o seu nome foi escolhido para homenagear são Domingos de Silos, porque sua mãe, antes de Domingos nascer, fez uma novena no santuário do santo abade. E, como conta a tradição, no sétimo dia ele lhe teria aparecido para anunciar que seu futuro filho seria um santo para a Igreja Católica.
Domingos dedicou-se aos estudos, tornando-se uma pessoa muito culta. Mas nunca deixou a caridade de lado. Em Calência, cidade onde se diplomou, surpreendeu a todos ao vender os objetos de seu quarto, inclusive os pergaminhos caros usados nos estudos, para ter um pequeno "fundo" e com ele alimentar os pobres e doentes.
Aos vinte e quatro anos, sentindo o chamado, recebeu a ordenação sacerdotal. Foi enviado para a diocese de Osma, onde se distinguiu pela competência e inteligência. Logo foi convidado para auxiliar o rei Afonso VII nos trabalhos diplomáticos do seu governo e também para representar a Santa Sé, em algumas de suas difíceis missões.
Durante a Idade Média, período em que viveu, havia a heresia dos albigenses, ou cátaros, surgida no sul da França. O papa Inocêncio III enviou-o para lá, junto com Diego de Aceber, seu companheiro, a fim de combater os católicos reencarnacionistas. Mas, devido à morte repentina desse caro amigo, Domingos teve de enfrentar a missão francesa sozinho. E o fez com muita eficiência, usando apenas o seu exemplo de vida e a pregação da verdadeira Palavra de Deus.
Em 1207, em Santa Maria de Prouille, Domingos fundou o primeiro mosteiro da Ordem Segunda, das monjas, destinado às jovens que, devido à carestia, estavam condenadas à vida do pecado. Os biógrafos narram que foi na igreja desse convento que Nossa Senhora apareceu para Domingos e disse-lhe para difundir a devoção do rosário, como princípio da conversão dos hereges e para a salvação dos fiéis. Por isso os dominicanos são tidos como os guardiões do rosário, cujo culto difundem no mundo cristão através dos tempos.
A santidade de Domingos ganhava cada vez mais fama, atraindo as pessoas que desejavam seguir o seu modelo de apostolado. Foi assim que surgiu o pequeno grupo chamado "Irmãos Pregadores", do qual fazia parte o seu irmão de sangue, o bem-aventurado Manes.
Em 1215, a partir dessa irmandade, Domingos decidiu fundar uma Ordem, oferecendo uma nova proposta de evangelização cristã e vida apostólica. Ela foi apresentada ao papa Inocêncio III, que, no mesmo ano, durante o IV Concílio de Latrão, concedeu a primeira aprovação. No ano seguinte, seu sucessor, o papa Honório III, emitiu a aprovação definitiva, dando-lhe o nome de Ordem dos Frades Predicadores, ou Dominicanos. Eles passaram a ser conhecidos como homens sábios, pobres e austeros, tendo como características essenciais a ciência, a piedade e a pregação.
Em 1217, para atrair a juventude acadêmica para dentro do clero, o fundador determinou que as Casas da Ordem fossem criadas nas principais cidades universitárias da Europa, que na época eram Bolonha e Paris. Ele se fixou na de Bolonha, na Itália, onde se dedicou ao esplêndido desenvolvimento da sua obra, presidindo, entre 1220 e 1221 os dois primeiros capítulos gerais, destinados à redação final da "carta magna" da Ordem.
No dia 8 de agosto de 1221, com apenas cinqüenta e um anos de idade, ele morreu. Foi canonizado pelo papa Gregório IX, que lhe dedicava especial estima e amizade, em 1234. São Domingos de Gusmão foi sepultado na catedral de Bolonha e é venerado, no dia de sua morte, como Padroeiro Perpétuo e Defensor dessa cidade.
Fonte: Paulinas em 2014

São Domingos de Gusmão



Apóstolo do Rosário
FUNDADOR DA ORDEM DOS PREGADORES (DOMINICANOS) - OP

Comemoração litúrgica: 8 de agosto

Também nesta data:  Santo Emiliano e São Miro

Domingos (ou Dominique)  nasceu no ano de 1170, em Caleruega, pequena localidade na Velha Castelha.  O pai, Félix de Gusmão, pertencia a uma família de alta linhagem na Espanha;  a mãe era Joana de Aza.  Antes de Domingos nascer, sua mãe, em sonho misterioso, viu um cão que trazia na boca uma tocha acesa, de que irradiava luz sobre o mundo inteiro. Efetivamente, São Domingos  veio a  ser uma luz extraordinária de caridade e de zelo apostólico, que dissipou grande parte das  trevas das heresias e restabeleceu a  verdade em milhares de corações vacilantes.   Domingos,  foi o nome  dado à criança, devido à uma devoção que a mãe do santo tinha com São Domingos de Silos, do qual um dia teve uma aparição, comunicando-lhe os planos divinos em referência ao recém-nascido.  A esse aviso extraordinário, os pais corresponderam com esmerada atenção na  educação do filho. Domingos,  pequeno ainda, deu provas de  inclinação declaradíssima às coisas de  Deus.
Seis anos  contava o menino, quando os pais o confiaram à direção de um tio, reitor de  uma igreja em Gumyel.  Sete anos passou Domingos na escola daquele  sacerdote, aprendendo, além das primeiras letras, como sejam, acolitar, enfeitar os altares e  cantar no coro.  Terminado este curso prático, transferiu-se para Valência, cidade episcopal  no reino de Leon, onde existia uma universidade que  mais tarde,  em 1217, passou para Salamanca.
Durante o  tempo dos estudos em Valência, isto é, durante seis anos,  dedicou-se à arte retórica, além da filosofia e teologia.  Acompanharam-lhe os trabalhos científicos às práticas da  piedade, inclusive,  severas penitências.  Retraído por completo  do mundo, visitava somente os pobres e doentes, protegia as viúvas e órfãos.  Por ocasião de uma grande fome, vendeu os livros para poder socorrer os  necessitados. Certa vez,  ofereceu sua própria  pessoa para resgatar um jovem que caira nas mãos  dos mouros.
A caridade de  Domingos, não satisfeita com as obras corporais de misericórdia, estendia-se principalmente às necessidades espirituais do próximo. Para este fim, desenvolveu um zelo extraordinário, como pregador.  O primeiro  fruto deste labor apostólico, foi a conversão do amigo e companheiro dos estudos, Conrado, que mais  tarde entrou para a  ordem de cister, elevado posteriormente à dignidade de Cardeal da Santa Igreja.
Domingos contava  apenas vinte e quatro anos e era considerado um dos mais competentes mestres da vida interior. Dom Diego de Asebes,  bispo de Osma, conhecendo os brilhantes dotes de Domingos, convidou-o a incorporar-se ao cabido da diocese, esperando desta aquisição uma reforma salutar do clero. O prelado não se viu iludido nas suas previsões. Domingos em pouco tempo, foi objeto da admiração de todos, como modelo exemplaríssimo em todas as  virtudes cristãs.
Como cônego de Osma,  Domingos percorreu diversas províncias da Espanha, pregando por toda a parte a  palavra de Deus, pela conversão dos pecadores, cristãos e maometanos.  Uma das conversões mais sensacionais que Deus operou por intermédio de Domingos foi a de Reiniers, célebre heresiarca, que mais tarde tomou o hábito dos frades dominicanos.
Domingos não era ainda sacerdote.  Do bispo de Osma recebeu a unção sacerdotal, continuando depois a  missão apostólica de pregador.  Quando em  1224, por ordem do rei Afonso de Castelha,  o bispo de Osma foi à França  na qualidade de  embaixador real, a fim de tratar dos negócios matrimoniais do príncipe herdeiro Fernando, com a  princesa de Lussignan, Domingos acompanhou-o. Na província de Languedoc, puderam de perto observar as horríveis devastações feitas  pelos albingenses. Numa segunda viagem que empreenderam, cujo fim era buscar a princesa e entregá-la ao esposo, tiveram o grande  desgosto de não a encontrar entre os vivos. Chegaram ainda a tempo de  assistir-lhe ao enterro.
Preferiram, então,  ficar na  França, para dedicar-se à  campanha contra os hereges.  O bispo Diego, com o consentimento do Papa, ficou três anos na província de Languedoc.  Passado este tempo, voltou à diocese.
A São Domingos, que foi nomeado superior da Missão, associaram-se doze abades  cistercienses.  Pouco tempo, porém, durou o trabalho coletivo.  Dom Diego voltou à Espanha, os cistercienses retiraram-se para os seus claustros e o próprio Legado pontifício abandonou o solo francês.
Domingos  não desanimou apesar da missão ter-se-lhe tornado dificílima e perigosa.  Com mais oito  companheiros que lhe foram mandados, continuou os trabalhos apostólicos.  A inconstância, porém, que encontrou nos coadjutores, fez nele  amadurecer a idéia de fundar uma nova Ordem, cujos membros, por um voto, se dedicassem à obra da pregação.  Os primeiros que se lhe associaram foram Guilherme de Clairel e Domingos, o Espanhol.  Em 1215 a  nova comunidade contava já dezesseis religiosos, com seis espanhóis, oito franceses, um inglês e um português. Para assegurar-se da  aprovação pontifícia,  Domingos em companhia do bispo de Toulouse foi à Roma e  apresentou-se ao Papa Inocêncio III.  Coincidiu ele chegar à capital da Cristandade na  abertura do Concílio de Latrão.  Opinaram os padres que em vez de aprovar as  regras de novas ordens, devia o Concílio dirigir a atenção para as Ordens já existentes e  aperfeiçoar-lhes as  constituições.   Inocêncio III, baseando-se nestas decisões, negou-se,  por diversas vezes, em dar aprovação à regra da Ordem fundada por Domingos.  Aconteceu, porém, que o Papa teve uma visão, quase idêntica à que lhe fez aprovar a Ordem de São Francisco de Assis, em 1209.  Não querendo contrariar a obra do santo homem, deu consentimento à fundação da Ordem, prometendo a Domingos expedir a bula, logo que este tivesse adotado uma regra de ordem já aprovada pela Igreja.  Domingos decidiu-se em favor da regra de Santo Agostinho, à qual acrescentou mais algumas constituições, como  por exemplo, o silêncio, o jejum e  a  pobreza.
Quando Domingos, pela segunda vez chegou à Roma,  já não encontrou o Papa Inocêncio III, mas o sucessor deste, Honório III.  Contrariamente ao que receava, obteve a aprovação da ordem, que veio a ser chamada Ordem dos Pregadores.  Nomeado o primeiro superior, fez a profissão nas mãos do Papa.
Graças à generosidade do bispo de Toulouse e do conde Simão de Montfort, Domingos pode construir o primeiro convento em Toulouse. O número dos religiosos crescera consideravelmente, de modo que Domingos pode introduzir em a novel comunidade e regra recém-aprovada.
Pouco tempo depois, Domingos voltou à Roma e fundou diversos conventos na Itália. Em Roma, conheceu São Francisco de Assis, a quem se ligou em íntima amizade. Em 1218 foi a Bolonha fundar um convento, perto da Igreja de Nossa Senhora  de Mascarella. Um ano depois, teve Domingos a  satisfação de fundar outro na mesma cidade, sendo que este, tempos depois, veio a  ser um dos mais importantes da Ordem na Itália.
O exemplo de São Francisco de Assis e o admirável desenvolvimento da Ordem por ele fundada, influiu grandemente no espírito de são Domingos. Como o Patriarca de Assis, introduziu S. Domingos na sua ordem o voto de pobreza em todo o rigor.
São Domingos convocou três capítulos gerais e teve o prazer de ver a Ordem se  estabelecer na Espanha, em Toulouse, na Provença e na França toda.  Conventos surgiram na Itália, Alemanha e Inglaterra. O próprio fundador mandou emissários  à Irlanda, Noruega, Ásia e Palestina.
São Domingos morreu no dia 06 de agosto de 1221, na idade de 51 anos. Numerosos milagres por seu intermédio Deus se dignou de fazer. O Papa Gregório IX inseriu-lhe o nome no catálogo dos Santo, em 23 de julho de 1234. Muito concorreu para o culto de S. Domingos na Igreja Católica, a devoção do Santíssimo Rosário, de quem era grande Apóstolo.
A Ordem dos pregadores deu à Igreja,  muitos Santos, entre estes o grande São Tomás de Aquino, Santo Alberto Magno, Santa Catarina de Siena, São Vicente Ferrer, o Papa Pio V.
Reflexões
As grandes virtudes que admiramos em S. Domingos devem ser para nós incentivos de imitá-lo.  A virtude que mais caracteriza a  vida desse grande santo é o zelo, não só de preservar a alma de todo o pecado, como também salvar a alma do próximo.  Vendo uma alma em perigo de  perder-se, era para Domingos uma preocupação séria.
Se tivéssemos um pouco desse zelo apostólico a  miséria  espiritual do próximo não nos deixaria tão indiferentes.  Antes  de  tudo,  porém,  devemos cuidar da nossa  própria alma.  Nossa  alma é imortal, destinada a gozar da eterna felicidade em Deus.  Se não alcançar esta felicidade terá por sorte o desespero eterno. Os anos  que vivemos aqui na terra são o começo da  vida espiritual na eternidade. Se nossa  alma é eterna  e imortal, nossa felicidade não pode estar baseada nos bens deste mundo, que hoje existem e  amanhã nenhum valor terão.
No dia em que nosso corpo for levado para o repouso eterno, o mundo perderá para nós  toda a  importância e  bem depressa,  será apagada a memória da nossa  existência.  Riqueza,  honra, elogios, calúnias e escárnios – tudo passa, mas a  alma  ainda existirá!  Tolice é, pois, dar ao mundo uma importância que não tem;  prestar-lhe honras e atenções que não merece.  A alma é que merece todo o nosso cuidado.  O mundo passa, a alma fica. Servir a Deus e tratar de santificar-se é o verdadeiro fim do homem na terra.  Tolo é aquele que põe em jogo a eternidade;  tolo é aquele que cuida de tudo, menos da eternidade.  Se os  santos pudessem ter um pesar, seria sem dúvida, o de não ter aproveitado ainda melhor o tempo da vida aqui na terra para servir a Deus.  Entra, sem demora,  nas pegadas dos santos e põe tua vida toda inteiramente ao serviço de Jesus Cristo.
Fonte: Página Oriente em 2014

São Domingos

NascimentoNo ano 1170
Local nascimentoCaleruega, na Castela velha
OrdemDominicana - Fundador
Local vidaBolonha
EspiritualidadeDomingos, contemporâneo de Francisco de Assis, nasceu em Castela Velha, e morreu em 6 de agosto de 1221. Os pontos mais exaltados da sua Ordem são como premissa indispensável ao dever apologético dos frades pregadores. Distinguia-se por sua retidão, zelo, pontualidade das funções e espírito de sacrifício. Sua única riqueza eram os livros, e mesmo assim vendeu todos um dia para comprar comida e distribuir aos pobres. A grande mudança em sua vida se deu quando foi ter contato com um grupo de hereges, que eram numerosos em Languedoc. Lá, os missionários cistercienses foram recebidos com desprezo: Eis, a cavalo, os ministros de um Deus que anda a pé. Foi então que surgiu a idéia de fundar uma ordem de frades pobres e estudiosos, para que pudessem pregar a doutrina cristã não só nas palavras como também com o exemplo de sua vida, sem as suspeitas de interesses materiais. Estava sempre disposto a falar de Deus a qualquer um que encontrasse. São Domingos foi, sem dúvida, um dos grandes inovadores da vida religiosa no século XIII, procurando uma nova forma de estar presente no mundo em transformação e responder aos desafios de sua época.
Local morteBolonha
Morte06 de Agosto de 1251 ao 53 anos de idade
Fonte informaçãoWebcatolica
OraçãoArauto do Evangelho, sublime pregador, Domingos traz no nome o Dia do Senhor. Qual lírio de pureza, só teve uma paixão: levar, aos que se perdem, a luz da salvação. Seus filhos nos envia, por eles nos conduz; as chamas da verdade espalham sua luz. Maria ele coroa com rosas de oração; por toda a terra ecoa, do anjo, a saudação. Com lágrimas e preces pediu por todos nós. Que Deus, que é uno e trino, atenda à sua voz.
PadroeiroPregadores e Oradores
Outros Santos do diaOutros santos do dia: Domingos de Gusmão(fund); Ciríaco(diác),Largo Esmaragdo, Marino, Eleutério, Leônidas,Hormisdas(Márts); Emitiano, Mirão(bs); Severo(pb); Termácio, Gervásio e Gedeão,Caetano (presb)
Fonte: ASJ em 2014

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